A taxa de condomínio é o investimento mais importante feito por cada morador, que visa a manutenção e preservação do condomínio.

 

Através dela são quitados os serviços de limpeza, jardinagem, portaria e reparos. O que sobra, geralmente fica guardado no fundo reserva do condomínio e pode ser usado futuramente para grandes reformas, como a troca do portão, pintura, instalações elétricas etc.

 

Por isso, é muito importante que o valor contribuído por todos os moradores seja suficiente para cobrir as despesas e garantir um caixa equilibrado.

 

No post de hoje, a Teodoro Pires Administradora de Condomínios vai te dar algumas dicas de como calcular da forma correta o valor da taxa de condomínio para que nenhum item fique faltando.

 

Comece definindo se é mais viável definir que cada um pague o valor de acordo com o tamanho do seu apartamento (fração ideal) ou se todos devem pagar o mesmo valor independente disso (unidade).

Uma boa maneira de estimar esses valores é observar a convenção do condomínio, pois nela estão indicadas todas as unidades presentes com suas áreas em metros quadrados (m²). Fica mais fácil perceber se o tamanhos dos imóveis é uniforme ou se há maior disparidade entre apartamentos maiores e menores.

 

Feito isso, sugerimos analisar as despesas anteriores e verificar a variação delas entre cada mês. Se for uma variação alta, o ideal seria fazer o rateio, em que essa despesa seria distribuída igualmente entre os moradores todos os meses. Se for uma variação baixa, pode-se estabelecer uma tarifa fixa a ser paga todos os meses – o que sobrar fica em caixa.

 

Em todo caso, não deixe de considerar as despesas fixas – que envolvem fatores mais urgentes para a vida do condomínio, como água, luz e salário dos funcionários; e as eventuais – que envolvem a limpeza das caixas d’água, a reforma das áreas de lazer etc.

 

Após todos os valores terem sido levantados, divida-os entre os condôminos. E claro, nunca deixe de apresentar esses resultados em reuniões e assembleias. Se há algo que motiva os moradores a serem adimplentes com suas taxas condominiais é saber para onde seu dinheiro está indo e ver a aplicação desses resultados.

 
Texto por: Yuri Santana Iriarte | 16 de maio de 2019